Covid-19 e a super judicialização dos conflitos trabalhistas: Como solucionar conflitos sem se submeter à demora da justiça?

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É consequência lógica que a partir da crise financeira instalada pelo COVID-19 haveriam divergências e conflitos de interesses entre empresas empregadoras e seus respectivos empregados.
Entretanto, é notório que a Justiça é lenta e apresenta alguns déficits quando se trata de solução de problemas. E está tudo certo, afinal, o Poder Judiciário encontra diversos obstáculos, começando inclusive, pela falta de servidores para atender o crescimento desmedido de processos judiciais.
E com a disseminação do Coronavírus, a falta de demanda nas empresas, entre outros aspectos do gênero, gerou um enorme aumento nos conflitos trabalhistas, o que colaborou negativamente com as soluções céleres da Justiça.
Porém, pensando sob um prisma positivo, a pandemia fez com que a sociedade como um todo (operadores do Direito, servidores públicos, legisladores, pessoas civis e etc.) começassem a pensar em medidas alternativas e rápidas para que pudessem solucionar seus conflitos sem precisar se submeter à tão conhecida demora da Justiça.
Inclusive, o próprio Poder Judiciário se viu obrigado a instalar novas ferramentas para que pudesse agilizar as demandas, instalando câmaras de conciliações, mediações pré-processuais, instalação de sistemas virtuais para realização de audiências, entre outros instrumentos capazes de agilizar todo o processo anteriormente conhecido como algo extremamente lento.
E, não obstante a instalação de tecnologias do Poder Judiciário, a população como um todo – em que pese não tenha acesso às informações necessárias, tem outros institutos que também são capazes de dirimir os conflitos trabalhistas eventualmente existentes, à exemplo: a mediação, a mediação pré-processual, a conciliação extrajudicial, a arbitragem, as comissões de conciliação prévia, e agora, com as ferramentas supra indicadas da Justiça, também é possível levar um conflito à Justiça e solucionar de forma célere e eficaz a partir da tecnologia.
Nesse sentido, tanto empresa quanto trabalhador, é imprescindível que tenha o devido acompanhamento de um profissional da área para que possa orientar quais são os meios mais eficazes de chegar à um resultado útil para todas as partes, até porque estamos em época de solidariedade, bom senso e, por esta razão, o ideal é pensar na coletividade para que se obtenha resultados consensuais e com saldo positivo para ambas as partes conflitantes.
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